Automação que a equipe realmente usa
Como mapear tarefas repetitivas, escolher o que automatizar primeiro e medir o tempo devolvido ao time depois da implementação.
A pergunta certa nunca é 'o que posso automatizar', e sim 'o que a equipe repete todos os dias sem pensar'. Esse é o ponto de partida real para qualquer automação que sobrevive além da primeira semana de uso.
Mapear o fluxo antes de escrever qualquer integração evita o erro mais caro: automatizar um processo que já estava errado. Automação amplifica o que existe, boa ou má prática.
Depois de mapear, priorizo tarefas de alto volume e baixa variabilidade. São elas que devolvem tempo real ao time, porque o ganho por execução se multiplica pela frequência.
Medir o tempo devolvido depois da implementação é o que sustenta o projeto internamente. Sem esse número, a automação vira só uma boa ideia esquecida na próxima reunião de prioridades.